Aprender Mais que Ensinar

25 de novembro de 2009

Oficina  “Essa é Minha Cultura” – 11 dias, 25 jovens, 112 horas de produção, 10 mini-documentários: Uma cultura de 183,9 milhões de brasileiros

“Eu entro, minha gente, eu entro. Com Deus e Nossa Senhora!” (1)

Com a cantiga acima os convidamos a entrar num mundo mágico, onde brincamos de ser Deus. Como ele,  temos o poder de criar. Dar à luz. Não a um ser humano à nossa semelhança… a árvores e animais, mas a uma fitinha onde nela cabem muitas histórias, vidas, conhecimentos: Maestria. A Oficina “Essa é Minha Cultura” é o momento da criação dentro do Projeto Maranhão na Tela. Alimenta sonhos, desperta esperanças e perspectivas em jovens ignorados pelo Poder Público, porém, incentivados pelas instituições do Terceiro Setor. Torna-os produtores.

Como colocar na pequena fita as experiências e sabedoria de dez mestres da cultura maranhense,  uma das metas da oficina? Um  trabalho que começou em agosto, quando sugerimos os nomes de 20 mestres maranhenses. Logo em seguida os jovens iniciaram a pesquisa sobre  os dez selecionados. Em outubro começa a oficina e sabemos ainda pouco uns dos outros. Nós ( eu e Caselli) dos jovens e eles de nós. Fomos  nos conhecendo aos poucos, assim como aos mestres sobre os quais os jovens continuam a pesquisar.  Assistimos a vídeos, filmes  clássicos e modernos selecionados por Caselli. Falamos sobre roteiro, narrativa, estética, tomadas de plano, movimentos de câmera. Os jovens saem às ruas, dão entrevistas para veículos de Comunicação. Começam a ser envolvidos pelo desejo de produzir.

Do roteiro ao  “Ação!”. Os jovens descobrem os mestres. As equipes são divididas e os roteiros preparados. As gravações começam. O ritmo é intenso, como o da maioria das produções audiovisuais. Duas equipes por dia saem para gravar. No dia seguinte à  gravação eles  decupam (selecionam as tomadas que estão boas para entrar no documentário) o material produzido. Entre erros e acertos, temos um material denso, que daria um longa-metragem sobre cada um dos mestres, tranquilamente. Transformar este material em 2 minutos que possam sintetizar o que estas pessoas se tornaram em décadas, e um: Mestre Apolônio, quase  em um século de vida, se  tornaria  o desafio para os editores Caselli e Mavi.

Com humildade continuamos a produção e entramos na Casa Fanti-Ashanti. Só  faltou pedir as graças dos orixás e encantados.  Com ela também  entramos no galpão do boi da Liberdade-Floresta, na Ramada das Velhas – do Péla de São Simão, no Herbário da universidade, na mata com Seu Gilson, na casa de Seu Tonico, no Atelier de Marlene, no Laborarte e no Centro  de Cultura Popular agarrados em Dona Zelinda.  Sempre acompanhados por Raíssa na produção do making of da oficina. Encontramos várias portas abertas. A cada entrevista um aprendizado. Lições dos jovens mestres e das  “Memória de  velhos”(2) mestres.  Os “nossos  jovens” ao   mesmo   tempo que entrevistavam, aprendiam sobre a cultura do Maranhão. A curiosidade era aguçada a cada pergunta. A concentração aumentava a cada dia, e aos poucos a consciência da importância deste trabalho tomava conta das equipes.

Começavam a tomar forma os dez mini-documentários  que serão veiculados na TV Brasil e Canal Futura e poderão ser assistidos ao menos por  dez milhões de espectadores em todo o Brasil em uma única exibição televisiva: O Maranhão na Tela de fato. Telinha e telona! Os vídeos serão exibidos de 01 a 06 de dezembro, na cerimônia de abertura, quando estarão juntos novamente jovens e mestres, e  durante o festival, antes das sessões dos longa-metragens.

A cultura do nordeste, parte grande deste país multicultural, mas que chega pouco ao conhecimento da maioria dos brasileiros invadindo as telas. Paralelo à  ignorância cultural dos centros produtivos do país, dos que possuem mais acesso ao conhecimento – moradores do sudeste e sul- muitos homens dedicaram a vida a tornar pública a riqueza cultural Centro- Norte-Nordeste. Câmara  Cascudo, Jorge Amado, Luiz Gonzaga, que saiu do sertão com seu baião e ganhou título de rei…Humberto Mauro(3). Como a cultura do interior de um Brasil 75% agrário pode ainda ser pouco conhecida de seu próprio  país?   Um Brasil Macunaíma(4) que tenta descobrir a cada dia a sua própria identidade. O Maranhão que não conhece o Maranhão. O Brasil que não desconhece o Brasil.  A cada edição da Oficina “Essa é Minha Cultura” o Brasil é descoberto. “Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina”, dizia a poeta Cora Coralina(5). Aprender juntos: mestres, jovens, oficineiros.  Sabemos muito pouco  e  há muito  a descobrir neste imenso Brasil.  Somente conhecendo a cultura brasileira podemos valorizá-la, incentivá-la e protegê-la.

Certa vez uma jovem de Arari – Baixada Maranhense,  que participava das atividades promovidas pelo Instituto Formação,  disse: “ As caixeiras estão morrendo e nós jovens temos que preservar a nossa cultura. Se a gente não preservar o quê que vai acontecer com a nossa cultura?A nossa cultura vai morrer também.”  O que podem os jovens fazer com o conhecimento adquirido durante a oficina “Essa é Minha Cultura”, não somente o técnico, mas aquele que toca a sua subjetividade?  O que me  remete à primeira pergunta  feita por  um dos jovens da CEP-IB – na Vila Embratel, na edição da oficina este ano. “ E os jovens que fizeram a oficina ano passado… O que eles estão fazendo com o que aprenderam?”

A importância da oficina “Essa é Minha Cultura” para a divulgação e proteção da cultura de 183,9 milhões de brasileiros está justamente no fato dos jovens valorizarem a sua cultura e reconhecerem  que eles são responsáveis por difundi-la e preservá-la,  e uma forma de fazer  isso é através do audiovisual.  Hoje , mais do que nunca, é através do audiovisual que as informações circulam no mundo globalizado, via internet, televisão e cinema. Para difundir algo é necessário aprender algo, e assim o círculo se completa. Os jovens aprendem a produzir vídeos. Nós, o público,  aprendemos com os jovens que aprenderam com os mestres, que aprenderam com a vida. Cabe a estes 25  jovens agora decidirem o que vão fazer com o que aprenderam. Tem  a  vida toda para isso.” O saber se aprende com os mestres. A sabedoria, só com o corriqueiro da vida”(6)

(1)    Trecho de música do cd “Baião de Princesas”, gravado pelo grupo A Barca durante festejos da casa de culto Afro Fanti-Ashanti, sob coordenação do Babalaorixá  Euclídes Menezes, em São Luís-Maranhão.

(2) O projeto Memória de Velhos é uma contribuição à memória e à História Oral do Maranhão  e consiste na realização e publicação de entrevistas com pessoas ligadas à cultura popular maranhense. Já foram publicados cinco volumes e o sexto está no prelo. Esse projeto tem o objetivo de registrar aspectos da cultura popular  maranhense relatados pela voz dos mestres da cultura popular. O volume 1 de um dos livros que integram o projeto foi utilizado pelos jovens como fonte de pesquisa sobre os mestres Zelinda Lima, Humberto de Maracanã e Seu Apolônio.

(3) * Luiz Gonzaga nasceu em Exu, Pernambuco, em 1912. Foi um compositor popular. Aprendeu a ter gosto pela música ouvindo as apresentações de músicos nordestinos em feiras e em festas religiosas. Quando migrou para o sul, fez de tudo um pouco, inclusive tocar em bares de beira de cais. Mas foi exatamente aí que ouviu um cabra lhe dizer para começar a tocar aquelas músicas boas do distante nordeste. Pensando nisso compôs dois chamegos: “Pés de Serra” e “Vira e Mexe”. Sabendo que o rádio era o melhor veículo de divulgação musical daquela época, 1941, resolveu participar do concurso de calouros de Ary Barroso onde solou sua música “ Vira e Mexe” e ganhou o primeiro prêmio. Isso abriu caminho para que pudesse vir a ser contratado pela emissora Nacional e ganhasse projeção nacional.

**Luís da Câmara Cascudo,  historiador, folclorista, antropólogo, advogado e jornalista brasileiro de Natal, Rio de Grande do Norte. O conjunto da  obra de Câmara Cascudo é considerável em quantidade e qualidade: ele escreveu 31 livros e 9 plaquetas sobre o folclore brasileiro. Ninguém no Brasil, nem antes nem depois dele, realizou obra tão gigantesca com reconhecimento nacional e estrangeiro. É também notável que tenha obtido reconhecimento nacional e internacional publicando e vivendo distante dos centros Rio e São Paulo.

***Humberto Mauro não era nordestino e sim mineiro, mas levou para o cinema a vida do interior. Entre 1936 e 1967 foi o cineasta responsável pela realização de 357 filmes do Instituto Nacional de Cinema Educativo(INCE), criado pelo Ministério da Educação e Saúde de Gustavo Capanema e dirigido pelo antropólogo Edgard Roquette-Pinto até 1947. É possível assistir a 80  dos filmes produzidos pelo INCE, entre os acervos da Cinemateca Brasileira, em São Paulo e o CTAV – Centro Técnico Audiovisual da Funarte, no Rio de Janeiro.

(4) Em Macunaíma,  o escritor Mário de Andrade tenta escrever um romance que represente o multi-culturalismo brasileiro. A obra valoriza as raízes e a linguagem dos brasileiros. O livro inspirou a  obra-adaptada para o cinema, o filme   homônimo de 1969,  dirigido por Joaquim Pedro de Andrade,  com Grande Otelo e Paulo José.

(5) Cora Coralina, pseudônimo de Ana Lins dos Guimarães Peixoto Bretas( 1889),natural de Goiânia,Goiás. Foi poeta e contista brasileira. Mulher simples, doceira de profissão. Tendo vivido longe dos grandes centros urbanos, alheia a modismos literários, produziu uma obra poética rica em motivos do cotidiano do interior brasileiro, em particular dos becos e ruas históricas de Goiás. Os elementos folclóricos que faziam parte do cotidiano de Ana serviram de inspiração para que aquela frágil mulher se tornasse a dona de uma voz inigualável e sua poesia atingisse um nível de qualidade literária  jamais alcançado até então por nenhum outro poeta do Centro-Oeste brasileiro.

(6) Frase de Cora Coralina.

Fotografia em Foco

23 de novembro de 2009

Os interessados em se especializar na arte de fotografar agora vão ter uma oportunidade. A Faculdade São Luís traz o curso de Pós-Graduação Latu Sensu “Fotografia – Cultura, Técnica e Expressão”. O objetivo é capacitar fotógrafos, pesquisadores, estudantes e profissionais de diversas áreas, para a utilização da fotografia como instrumento de trabalho, estudo e expressão. O curso aborda temas como linguagem visual e identidade cultural.

O público-alvo são os graduados em Comunicação Social, Arquitetura, Educação Artística, Ciências Sociais, Biblioteconomia, Desenho Industrial, Museologia, História, Geografia, Letras e áreas afins. Fotógrafos amadores e profissionais, estudantes de graduação, artistas e outros poderão cursar disciplinas como módulo de extensão.

O curso é formado por 10 disciplinas de 36 hora-aula cada, as quais serão ministradas num período de 12 meses. Após o cumprimento dos créditos disciplinares os alunos irão elaborar, sob orientação do docente, no formato de um artigo para publicação um ensaio teórico-prático ou um projeto fotográfico especifico.

Para outras informações, basta entrar em contato com a Faculdade São Luís, no setor de Pós-Gradução, pelo telefone: 3214-6400.

Semana de audiovisual da UFMA traz Eliane Caffé e Cícero Filho

19 de novembro de 2009

Durante cinco dias o Campus da Universidade Federal do Maranhão agitará a cena audiovisual no Maranhão.programação Trata-se da I Semana de Audiovisual da UFMA, que promoverá debates, mostras de filmes e oficinas. A Semana será realizada de 23 a 27 de novembro. O público vai poder conferir uma programação diversificada, com a presença dos cineastas Cícero Filho e Eliane Caffé.

Além de Eliane Caffé e Cícero Filho, outro cineasta que participará dos debates será Joaquim Haickel. Dentre os oficineiros estão o carioca Christian Caselli, que ensinará “Como fazer um filme sem câmera”, a paulista Patrícia Costa, que ministrará a oficina de fotografia “Brincando com a Luz” e a Coordenadora do Programa Rede Nacional Funarte Artes Visuais, Manuela De Lorenzo, que ministrará a oficina de “Elaboração de Projetos Culturais”. Completando o casting, os maranhenses Rodney Mendes, com a oficina “Jornalismo para radioweb” e Domingos Filho com “Documentário Contemporâneo no Brasil”.

A Universidade Virtual do Maranhão (UNIVIMA), através do projeto de Cinema Popular, parceira no evento, conta com uma programação especial. A exibição do longa “Kenoma”, seguido de um debate com a diretora Eliane Caffé, que será transmitido através de videoconferência para pelo menos outros 10 municípios. A exibição está agendada para a próxima quarta-feira, 24, a partir das 14h, na Rua Portugal, n° 199 – Praia Grande (CETECMA).

Outro momento dentro da programação será a palestra sobre a implantação da TV Universitária, ministrada por Silvano Bezerra, diretor da TV UFMA. O professor abordará as perspectivas geradas com o breve início das transmissões da primeira televisão universitária do estado.

Pré-estreia – Os amantes de cinema também poderão conferir a pré-estreia do filme “O Sol do meio-dia”, de Eliane Caffé e a exibição de trechos inéditos do próximo longa de Cícero Filho, “Flor de Abril”. O encerramento do evento ficará a cargo da Banda Trocando em Miúdos.

As inscrições para a Semana do Audiovisual da UFMA são gratuitas. Os interessados podem se inscrever no dia 23, próxima segunda-feira, na Área de vivência do Campus, das 10h às 18h. Todas as atividades são gratuitas e abertas ao público.

Serviço

O que: I Semana de Audiovisual da UFMA

Quando: de 23 a 27 de novembro

Onde: Campus da UFMA

Durante cinco dias o Campus da Universidade Federal do Maranhão agitará a cena audiovisual no Maranhão. Trata-se da I Semana de Audiovisual da UFMA, que promoverá debates, mostras de filmes e oficinas. A Semana será realizada de 23 a 27 de novembro. O público vai poder conferir uma programação diversificada, com a presença dos cineastas Cícero Filho e Eliane Caffé.

Além de Eliane Caffé e Cícero Filho, outro cineasta que participará dos debates será Joaquim Haickel. Dentre os oficineiros estão o carioca Christian Caselli, que ensinará “Como fazer um filme sem câmera”, a paulista Patrícia Costa, que ministrará a oficina de fotografia “Brincando com a Luz” e a Coordenadora do Programa Rede Nacional Funarte Artes Visuais, Manuela De Lorenzo, que ministrará a oficina de “Elaboração de Projetos Culturais”. Completando o casting, os maranhenses Rodney Mendes, com a oficina “Jornalismo para radioweb” e Domingos Filho com “Documentário Contemporâneo no Brasil”.

A Universidade Virtual do Maranhão (UNIVIMA), através do projeto de Cinema Popular, parceira no evento, conta com uma programação especial. A exibição do longa “Kenoma”, seguido de um debate com a diretora Eliane Caffé, que será transmitido através de videoconferência para pelo menos outros 10 municípios. A exibição está agendada para a próxima quarta-feira, 24, a partir das 14h, na Rua Portugal, n° 199 – Praia Grande (CETECMA).

Outro momento dentro da programação será a palestra sobre a implantação da TV Universitária, ministrada por Silvano Bezerra, diretor da TV UFMA. O professor abordará as perspectivas geradas com o breve início das transmissões da primeira televisão universitária do estado.

Pré-estreia – Os amantes de cinema também poderão conferir a pré-estreia do filme “O Sol do meio-dia”, de Eliane Caffé e a exibição de trechos inéditos do próximo longa de Cícero Filho, “Flor de Abril”. O encerramento do evento ficará a cargo da Banda Trocando em Miúdos.

As inscrições para a Semana do Audiovisual da UFMA são gratuitas. Os interessados podem se inscrever no dia 23, próxima segunda-feira, na Área de vivência do Campus, das 10h às 18h. Todas as atividades são gratuitas e abertas ao público.

Serviço

O que: I Semana de Audiovisual da UFMA

Quando: de 23 a 27 de novembro

Onde: Campus da UFMA

Murilo Salles e Leandra Leal em “Nome Próprio”

19 de novembro de 2009
Murilo salles

Murilo salles

O Diretor Murilo Salles (dos filmes “Como nascem os Anjos” e “Seja o que Deus Quizer”) juntou-se a atriz Leandra Leal no filme “Nome Próprio”  que vai ser exibido no Festival Maranhão na Tela 2009. Murilo Salles que sempre lida com personagens jovens, que segundo ele é mais interessante pois estão começando, mas claro não descarta a possibilidade de fazer um filme sobre a terceira idade. Em “Nome Próprio” Leandra Leal  faz Camila uma jovem aspirante a escritora, Leandra Leal fez teste com quase 200 atrizes, e conseguiu passar pelo seu talento, Murilo no inicio queria uma atriz desconhecida para o filme.O filme avalia os problemas modernos na era do computador, apesar de mostrar esse mundo, Murilo Salles revela que não é usuário assíduo da internet e que nunca entrou em um orkut, usa apenas e-mail. O filme foi inspirado pelos textos da blogueira Clarah Averbuck.

Murilo Salles e Leandra Leal

Murilo Salles e Leandra Leal

Curso de Teoria e História do Cinema

18 de novembro de 2009

Vale à pena conferir um trecho de um dos clássicos do  terror exibido no Curso de “Teoria e História do Cinema” ministrado pelo Prof. Tadeu Capistrano, no anfiteatro do Imparcial, durante a realização do Projeto Maranhão na Tela. Segundo ele ” o cinema tem uma potência hipnótica” e desde seus primórdios  utiliza os recursos da magia.

O cinema, também conhecido como a 7ª Arte, fez  sua história baseado na vontade do homem registrar suas ações. Seu processo de construção  foi longo, principalmente em relação ao desenvolvimento de máquinas que fossem capazes de capturar a imagem tal como se vê atualmente.

O Gabinete do Dr. Caligari (1920), com direção de Robert Wiene foi uma das primeiras obras do Expressionismo Alemão. Na obra é possivel observar os planos de filmagem e os jogos de luz.  Quer conferir este clássico do  terror? É só clicar no link abaixo..Wianenek

Gabinete do Dr. Caligari

AGENDA DE NOVEMBRO

17 de novembro de 2009

maranhão na tela 088

O finalzinho do mês de novembro está recheado de atividades para quem gosta de comunicação e cinema, confira:

De 16 a 21/11/09- Curso de História e Teoria do Cinema,ministrado pelo professor Tadeu Capistrano. Realização: pelo Projeto Maranhão na Tela. Local:  Anfiteatro de O Imparcial, no Renascença.

De 17 a 18/11/09 – Conferência  Estadual de Comunicação-CONECOM-MA, no Convento das Mercês, com debates sobre a democratização da comunicação no estado.

De 23 e 27/11/09 – 1ª Semana de Audiovisual da UFMA. Com oficinas, exibições e palestras, no CCSO. O evento é aberto ao público e as inscrições serão feitas na segunda-feira, dia 23, na Área de Vivência das 10h as 18h. Presença confirmada dos diretores Cícero Filho ( do famoso Ai que Vida!) e Eliane Caffé (diretora de Narradores de Javé).

Aguardem que o Festival e Fórum Maranhão na Tela estão chegando aí!

O ataque

10 de novembro de 2009

Confira este  video, premiado na 32ª Edição do Festival Guanicê na categoria um minuto, a diferença deste para muitos outros  é que a produção foi dos jovens  que fizeram a Oficina do Maranhão na Tela. Dê uma assistida e veja se realmente a curiosidade matou o gato.O ataque

Vinícius Reis e seu filme “Praça Saens Peña”

6 de novembro de 2009

O Cineasta Vinícius Reis, que foi professor ano passado do curso do “Maranhão na Tela”,este ano participa do festival com seu filme “Praça Saens Peña” , que inclusive foi selecionado para o Festival do Rio, um dos mais importantes do país, Vinícius Reis antes realizou o documentário “A Cobra Fumou”, sobre o Brasil na II Guerra Mundial, que recebeu o prêmio “ExcelênciaCriativa” no US International Festival, nos EUA.Para a televisão, roteirizou e dirigiu séries para os canais futuras, Multishow e GNT.

Praça Saens Peña, nos mostra Paulo um professor de Literatura, Teresa umacomerciante e Bel uma estudante. Eles vivem em um apartamento alugado na Praça Saens Peña, coração da Tijuca, bairro da Zona Norte do Rio de Janeiro. Tudo muda quando uma tentadora  proposta de trabalho surge  poderá  mudar vida  dessa família. A história começa nos primeiros meses de 2003, durante um forte verão. Dois acontecimentos marcam essa época: o início do governo Lula e a invasão do Iraque pelos Estados Unidos.O Filme conta no elenco com Maria Padilha e Chico Díaz.Cineasta Vinícius Reis

 

Elenco de Praça Saens Peña

Da oficina ao documentário

5 de novembro de 2009
Alunos da oficina comemoram o resultado do seu esforço

Alunos da oficina comemoram o resultado do seu esforço

O processo de construção de um documentário pode parecer complicado, mas não para estes jovens da periferia de São Luís e da Baixada Maranhense.

Foi oportunizado pelo Projeto Maranhão na Tela, durante 11 dias, uma oficina de produção audiovisual, cujo objetivo é produzir 10 mini-documentários sobre mestres da cultura maranhense.

Tudo começou com a pesquisa biográfica. Inicialmente foram 20 nomes, depois foi feita uma seleção. Foram documentados: Zelinda Lima, Terezinha Rêgo, Gilson das Ervas, Rosa Reis, Murilo santos, Marlene Barros, Seu Tonico, Mestre Apolônio, Seu Laurentino e Pai Euclides.

Bastou conhecer um pouquinho da história desses personagens para que fossem elaboradas perguntas, as quais orientariam a produção final da “Oficina Maranhão na Tela”, que resultará na série “Essa é a minha Cultura”.

Os jovens dentro do seu processo de criação receberam a orientação de Christian Caselli e Giselle Bossard. Os oficineiros falaram sobre o processo de produção cinematográfica.  Os jovens puderam ter contato com todas as etapas de produção.

As equipes se revezaram para que cada um pudesse conhecer um pouco de cada área. Agora o material está sendo editado. Em dezembro, todos vão poder conferir o resultado e estão convidados para Festival Maranhão na Tela 2009, que será realizado de 1 a 6 de dezembro. Lá  conhecerão um pouco da história desses mestres. Até lá!

Blog Maranhão na Tela no ar!

4 de novembro de 2009

Aporta na blogosfera um novo espaço para discussão, informação, interação e muitas notícias sobre o audiovisual no Maranhão e no Brasil. Seja um seguidor do blog Maranhão na Tela 2009 e colabore com a construção de uma rede alternativa de audiovisual que está se formando em nosso estado. Este ano, o blog é produzido em parceria com alguns jovens da  Rede de Jovens Comunicadores da Baixada Maranhense.

A Rede de Jovens Comunicadores da Baixada Maranhense é resultado das ações do Jovem Cidadão e de outros projetos do Instituto Formação. A articulação juvenil é composta por jovens de 11 municípios maranhenses atendidos pelo Instituto. O Projeto Maranhão na Tela é um dos parceiros e oferece anualmente oficinas de produção audiovisual que atende esses jovens. O blog Maranhão na Tela 2009 surge como mais uma ação desta parceira.

A equipe do blog é composta por jovens da Rede de Jovens Comunicadores da Baixada. Anderson Thales e Raissa Padilha, que integra também a equipe de making of do Projeto Maranhão na Tela. Ambos foram alunos das oficinas de produção. Além dos colaboradores Ranyere Serra e Benedito Soares, direto da Baixada e a jornalista Giselle Bossard. Os produtores Igor Abrantes e Luana Camargo da equipe do Maranhão na Tela também fazem parte do time. Agora vamos aos posts!